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Agosto 10 2010

 

O Porto é a segunda maior cidade portuguesa, pertencente ao Distrito do Porto (do qual é a sede), encontrando-se geograficamente inserida na Região Norte, na antiga província de Douro Litoral.

O concelho do Porto, que corresponde exactamente à cidade, é constituído por 15 freguesias. Este concelho é limitado a norte pelos municípios de Matosinhos e da Maia, a leste por Gondomar, a sul pelo Rio Douro, encontrando-se na outra margem o concelho de Vila Nova de Gaia, e a oeste pelo oceano Atlântico.

Situado na margem norte do Rio Douro, o Porto, pela sua historia de negócio do vinho com o Reino Unido, foi influenciado por este na actividade comercial. O Porto é uma cidade próspera e conhecida como a Capital do Norte.

 

 

O Porto sempre foi, tradicionalmente, uma cidade comercial. Muito se deve ao principal ao produto vinícola da região, o vinho do Porto.

No Porto cruzam-se várias linhas de caminho-de-ferro - Minho, Douro, Norte, Póvoa - que contribuem, também elas, para tornar a cidade o principal centro comercial de toda a região nortenha. Actualmente também a actividade industrial tem grande relevância, laborando na sua cintura industrial fábricas de têxteis, calçado, metalomecânica, cerâmica, móveis, ourivesaria e outras actividades fabris, algumas ainda a nível artesana.

 

Vários pratos da tradicional culinária portuguesa tiveram origem na cidade do Porto. O prato típico por excelência da cidade são as Tripas à moda do Porto, prato histórico e que remonta à altura dos descobrimentos, pode ser encontrado em quase todos os restaurantes da cidade . O Bacalhau à Gomes de Sá é outro prato típico nascido no Porto e popular em Portugal. A Francesinha é o prato mais famoso da cidade e de toda a região norte, trata-se de uma sanduíche recheada com várias carnes e coberta com queijo e um molho especial (Molho de Francesinha). A bebida que dá o nome à cidade é o Vinho do Porto produzido nas vinhas das encostas do Alto Douro e exportado através das numerosas caves que se situam na margem esquerda do rio Douro, em Vila Nova de Gaia.

 

  

 

A maratonista Rosa Mota, vencedora da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Seul e de bronze nos Jogos Olímpicos de Los Angeles é natural da cidade do Porto. Para acolher o Campeonato Europeu de Futebol foram construídos na cidade dois novos estádios, o Estádio do Dragão do F.C. Porto e o Estádio do Bessa, do Boavista Futebol Clube. O Futebol Clube do Porto é o maior e mais representativo clube da cidade, sendo uma referência a nível Europeu, tendo já vencido por duas vezes a Liga dos Campeões.

 

A necessidade de haver uma travessia permanente entre as duas margens do Douro para circulação de pessoas e mercadorias, levou à construção da Ponte das Barcas em 1806, anteriormente a travessia do rio fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões. A ponte era constituída por 20 barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial. O aumento do tráfego exigiu a construção de uma ponte permanente o que levou à construção da Ponte pênsil em 1843, desmantelada anos mais tarde após a abertura da Ponte Luís I em 1886, a ponta mais antiga da cidade que permanece em actividade. Primitivamente servida como ligação rodoviária entre as zonas baixa e alta de Vila Nova de Gaia e do Porto e, de uma forma mais geral, entre o norte e o sul do país, durante largas décadas. A partir da segunda metade do século XX, no entanto, começou a revelar-se insuficiente para assegurar o trânsito automóvel entre as duas margens, tendo sido substituída por outras pontas e após adaptação passou a ser utilizada pelo Metro do Porto.

 

  

 

A Ponte Maria Pia, construída entre Janeiro de 1876 e 4 de Novembro de 1877 pela empresa de Gustave Eiffel, foi a primeira ponte ferroviária a unir as duas margens do Douro. Dotada de uma só linha, o que obrigava à passagem de uma composição de cada vez, a uma velocidade que não podia ultrapassar os 20 km/h e com cargas limitadas, no último quartel do  século XX tornou-se evidente que a ponte já não respondia de forma satisfatória às necessidades. O que levou a que fosse desactivada e substituída pela Ponte de São João em 1991.

A Ponte da Arrábida, à data da construção, o maior arco do mundo em betão armado, constitui o tramo final da auto-estrada A1 que liga Lisboa ao Porto. Inicialmente a ponte tinha duas faixas de rodagem com 8 m cada, separadas por uma faixa sobrelevada de 2 m de largura; duas pistas para ciclistas de 1,70 m cada e dois passeios marginais de 1,50 m de largura, também sobrelevados. Mais tarde, foram acrescentadas uma faixa de rodagem em cada sentido, construídas à custa da eliminação das pistas para ciclistas e da redução do separador central. Apesar da construção da Ponte do Freixo, mais a montante, a Ponte de Arrábida continua a ser a principal ligação entre a cidade do Porto e a margem sul do Douro.

Das pontes que ligam o Porto a Vila Nova de Gaia, a Ponte do Freixo é a que está mais a montante do rio. Foi construída na tentativa de minimizar os congestionamentos ao trânsito automóvel vividos nas Pontes da Arrábida e de Dom Luís, particularmente notórios desde finais da década de 1980. Trata-se, na verdade, de duas pontes construídas lado a lado e afastadas 10 m uma da outra. É uma ponte rodoviária com oito faixas de rodagem (quatro em cada sentido).

A Ponte do Infante, baptizada em honra do portuense Infante D. Henrique, é a mais recente que liga Porto e Gaia. Foi construída para substituir o tabuleiro superior da Ponte Dom Luís, entretanto convertida para uso da "Linha Amarela" (Hospital de São João/João de Deus) do Metro do Porto. Foi construída pouco a montante da Ponte de Dom Luís, em plena zona histórica, ligando o bairro das Fontaínhas (Porto) à Serra do Pilar (Vila Nova de Gaia)

 

 

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Agosto 10 2010

 

A ilha de porto santo possui 9 km ininterruptos de uma praia de areias brancas que, segundo consta, tem efeitos terapêuticos e medicinais. Considerada a colónia de fériasdas gentes da Madeira – a população residente não ultrapassa os cinco mil habitantes, sendo que, na época alta, esse número praticamente quintuplica –, Porto Santo vai aos poucos captando alguns investimentos.

Aliás, apesar da aridez dos solos e da escassez de água potável com que a ilha se debate, tal não impediu que um enorme complexo de golfe, desenhado pelo ex-campeão da modalidade, Severiano Ballesteros, fosse inaugurado em Outubro de 2004.

Mais antiga do que a tradição de ir a banhos, é a reputação dos vinhos da Madeira. Desde o século XVI que os seus solos produzem quatro castas célebres a nível mundial: Sercial, Verdelho, Boal e Malmsey.

 

 

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Agosto 10 2010

 

A “Madeira do bailinho” ainda é quem mais ordena, mas no Funchal, que tem sabido manter o seu coração histórico a salvo de todos os excesso cometidos na periferia, já há quem se empenhe em oferecer mais do que velhos clichés turísticos. Uma “nova” cidade a (re)descobrir. Os cerca de 1000 quilómetros que separam o arquipélago da Madeira do continente são mais do que suficientes para ali encontrarmos um clima, uma paisagem e até usos e costumes bem diferentes. Mas, infelizmente, essa mesma distância – aliada às nem sempre acessíveis tarifas áreas e à ideia há muito enraizada de que a Madeira é “coisa para velhos e ingleses” – tem servido de desculpa para não lhe prestarmos a devida atenção. Sobretudo na hora de elegermos um destino de férias para uma estada que pode até não ir além de um simples fim-de-semana prolongado.

 

    

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Agosto 10 2010

Angra do Heroismo

 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como indica o seu nome, foi a terceira ilha do Arquipélago dos Açores a ser descoberta, depois de Santa Maria e de São Miguel.

A ilha Terceira tem aproximadamente 29 km de comprimento e 18 km de largura, medindo o seu perímetro 90 km e tem uma área de 402,2 km2. A sua população é de 55 833 habitantes (censo de 2001). O ponto mais alto da ilha está a uma altitude de 1022 m e situa-se na Serra de Santa Bárbara, no lado Oeste.

A Terceira é atravessada pelo Rifte da Terceira, uma estrutura geológica associada à junção tripla entre as placas tectónicas Euroasiática, Africana e Americana.

A ilha Terceira desempenhou um papel de grande importância por altura dos Descobrimentos, devido à sua boa localização geográfica.

As paisagens da ilha são de grande beleza, com aspectos bastante característicos, como a vista do vulcão que forma o Complexo desmantelado da Serra do Cume, na zona Este, e com vista sobre Praia da Vitória e as Lajes. A zona Oeste da ilha está coberta por vegetação exuberante existindo muitas criptomérias.

Na costa norte, pode-se observar a ponta dos "mistérios", e a zona balnear dos Biscoitos, com os seus vestígios de erupções vulcânicas. No interior é de assinalar a gruta do Algar do Carvão e as fumarolas das Furnas do Enxofre.

A economia da Terceira assenta sobretudo na agro-pecuária e nas indústrias associadas de transformação de lacticínios. Possui dois portos nas suas duas cidades, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, onde se situa o aeroporto internacional e a Base Aérea das Lajes. A cidade de Angra do Heroísmo é a mais antiga cidade açoreana (1534) e ao mesmo tempo sede da diocese de Angra, estabelecida em 21 de Agosto de 1534.

 

 Angra

 

Não se pode falar da Terceira sem falar da festa do Divino Espírito Santo. Este culto está ligado à Rainha Santa Isabel, entroncando nas raízes joaquimitas trazidas para os Açores pelos franciscanos espirituais. Este milagre é recordado todos os anos nas vilas e aldeias da Terceira na cerimónia da distribuição de pão e carne (o "bodo") pela população, celebrada junto aos "impérios", construções coloridas erigidas como capelas em honra do Espírito Santo. Este é um ritual que remonta à Idade Média que se repete ao longo dos séculos com um sentimento profundamente religioso.

A outra grande festa e com grandes tradições na ilha é a tourada à corda. Um touro preso com uma corda e controlado por dois grupos de quatro pastores investe contra os populares que se espalham pelas ruas das povoações. Os pastores desempenham um papel crucial na condução da tourada, controlando o percurso do touro, e a sua velocidade, e zelando pela segurança dos participantes. Do trabalho da equipa de pastores depende, em boa medida, a exibição do animal, já que o grau de restrição imposto pela corda, e as pancadas, ou seja o impulso e tensão dados ritmicamente à corda, determinam a velocidade e percurso do animal. Da condução do touro depende também a segurança dos participantes, pois é a corda que mantém o animal dentro do percurso demarcado e, permite, atrasando o touro, evitar investidas excessivamente perigosas para os improvisados toureiros.

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Agosto 10 2010

 

A Ilha do Pico é a segunda maior ilha do Arquipélago dos Açores, no Atlântico Norte. Dista 8,3 quilómetros da Ilha do Faial e 15 km da Ilha de São Jorge. Tem uma superfície de 447 km²; e conta com uma população residente de 14 806 habitantes (em 2001). Mede 42 km de comprimento por 20 km de largura. Deve o seu nome a uma majestosa montanha vulcânica, a Montanha do Pico, que culmina num pico pronunciado, o Pico Pequeno ou Piquinho. Esta é mais alta montanha de Portugal e a terceira maior montanha que emerge do Atlântico, atingindo 2 351 metros acima do nível do mar.

 

 

Os habitantes do Pico dedicam-se principalmente à agricultura (produtos hortícolas, fruta e cereais), à pesca e à pecuária, esta última muito desenvolvida, em especial no concelho de São Roque do Pico. A vinha, outrora uma das grandes riquezas da ilha, sendo o vinho do Pico exportado para a Inglaterra e para a América do Norte, e que chegou a ser servido à mesa do próprio czar do Império Russo, foi gradualmente afectada pela praga do oídio na segunda metade do século XIX, perdendo importância. A cultura da vinha domina a parte ocidental da ilha, sendo a vinha "Verdelho do Pico" cultivada em pequenas quadrículas de terreno separados por muros de pedra solta de basalto, chamados localmente de "currais".

As indústrias da ilha estão, na sua quase totalidade, ligadas ao ramo alimentar: lacticínios, destilarias e moagens.

No artesanato destaca-se a escultura em basalto e em osso de baleia, bem como rendas e bordados.

A gastronomia a ilha é muito rica, nomeadamente no que toca aos produtos do mar. Os crustáceos como a lagosta, o cavaco e o caranguejo, os moluscos, como as lapas e as cracas, as lulas e os polvos servem de base a pratos variados e ricos. Entre os peixes destacam-se espécies como a abrótea, o chicharro, a moreia, a Veja (parecido com o bacalhau), o írio, a salema, o cherne, a garoupa, o espadarte.

As carnes de bovino e suíno encontram-se presentes em pratos da culinária regional como “molha de carne à moda do Pico”, “torresmos”, “linguiças” e “morcelas”. Em termos de laticínios destacam-se os queijos de São João e do Arrife, ambas produzidos a partir do leite de vaca. São consumidos com vinho verdelho, vinho de cheiro ou outros produzidos localmente e pão de massa sovada.

Falar do vinho do Pico, é sinónimo de orgulho. A cultura da vinha está associada aos primeiros tempos do povoamento, nos finais do século XV. O vinho verdelho, a partir da casta do mesmo nome, ganhou reputação mundial ao longo dos séculos, chegando à mesa dos czares russos. A partir do século XIX são introduzidas novas castas que dão origem a vinhos de mesa brancos e tintos. O modo de cultivo, contra a aspereza dos terrenos vulcânicos quase sem terra vegetal, em currais, que são áreas muradas de pedra negra, de muito pequena dimensão, marca igualmente a cultura da Ilha do Pico.

 

 

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Agosto 10 2010

A Horta é uma cidade portuguesa com cerca de 8800 habitantes da Região Autónoma dos Açores. É sede do Parlamento regional e de um concelho do mesmo nome, que ocupa toda a superfície da Ilha do Faial, com uma superfície total de 172,43 km² com 15 063 habitantes (em 2001). 

A Cidade da Horta situa-se na costa Sudeste da Ilha do Faial, com cerca de 6 400 habitantes (em 2001). A área total ocupada pelas 3 freguesias da cidade é de 8,48 km². Existem duas teorias sobre o seu topónimo. Uma que deriva do apelido flamengo do seu 1.º Capitão-donatário, Hurtere e outra, que nos parece mais plausível já que Hurtere derivou para Utra e depois Dutra, de que Horta terá surgido pelas variadas hortas e jardins que na altura existiam na ilha. Como a palavra "jardim" ainda não existia no antigo vocabulário, "horta" servia para englobar culturas, flores e árvores. É esta a opinião que encontra maior consenso entre os mais antigos historiadores faialenses e como defende Osório Goulart, escritor e filólogo faialense. A cidade, disposta em anfiteatro virado para a Montanha do Pico, é beneficiada a Sul pela Enseada de Porto Pim, protegida pelo Monte da Guia (145 metros) e Monte Queimado (89 metros), e a Norte, situa-se a ampla Baia da Horta abrigada pela Lomba da Espalamaca. 

É uma das sedes da Administração Regional e sede da Assembleia Legislativa Regional dos Açores. É sede do Departamento de Oceanografia e Pescas (sigla DOP) da Universidade dos Açores. Possui um Observatório Meteorológico e uma Estação Radionaval da Marinha.

No interior do Porto Comercial, situa-se a famosa Marina da Horta, o primeiro porto de recreio a ser inaugurado nos Açores. É paragem obrigatória dos milhares de iates e veleiros que atravessam o Atlântico Norte. Em resultado disso, serão ampliadas as infra-estruturas da Marina, construída uma nova Gare Marítima e ampliado o edifício do Clube Naval da Horta. Merecem referência os jardins e espaços verdes emblemáticos da cidade: Praça do Infante D. Henrique, Jardim Eduardo Bulcão, Largo Duque de Ávila e Bolama, Praça da República, Jardim Florêncio Terra e o Parque Municipal da Alagoa. Junto da cidade, situa-se a área de Paisagem Protegida do Monte da Guia (73 ha). Na Quinta de São Lourenço, situa-se o Jardim Botânico do Faial. 

 

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